quinta-feira, 15 de junho de 2017

Chegou a hora de cuidar de nosso Clube, de nossa história, de nossos ídolos!



''Porque amar é cuidar. E agora, chegou a hora de cuidar de nosso Clube, de nossa história, de nossos ídolos. De defende-los à morte.''

Texto: Rosita Buffi | Foto: Gazeta Press

Sei que a fase por que passamos não é das melhores. Sei que nunca pensávamos ter que cruzar com a série B. Sei também que fomos levados a níveis extremos de estresse pela gestão 2015/16. Mas nossa história é muito grandiosa para deixar que isso acabe com nosso discernimento do que é certo ou errado. E estamos errados. Devemos fazer uma 'mea culpa'. Em vários aspectos, vivenciamos os mesmo erros de sempre. Relendo vários textos antigos do Blog, vi frases que são atuais. Colocações que fazia há quatro ou cinco anos continuam muito próximas da realidade.

D'Ale não é salvador. Nem é o mártir. D'Alessandro é um jogador apaixonado pelo futebol e pelo Clube que defende. Isso talvez o torne diferenciado aos olhos do torcedor. Um craque, ídolo, Capitão. D'Ale é o nosso alter ego em campo. Ele cria, domina a situação, o adversário, inspira os companheiros, um pouco de técnico, de torcedor e muito de jogador.
Fala. E como fala. Mas também cobra. Cobra dos colegas, da direção, da torcida. Cobra porque ele não sabe ser diferente. Não sabe ser apático. Talvez por isso o tenhamos perdido em 2015. D'Ale não se dobra a ninguém contra o Inter. Contra os interesses do clube. E agora D'Ale, assim como nós, está num momento confuso. Amor e ódio.

Temos que amar um Clube que em 2016 nos deu motivo para odiar. Mas o ódio é paixão, e perdemos essa batalha, não odiamos. Mas desenvolvemos um ranço, uma antipatia, uma falta de confiança que está nos destruindo. O amor, ele existe em proporções até maiores. Mas é pouco. O time precisa de mais. D'Ale precisa de mais. O Clube precisa. Precisa que a torcida não dê ouvidos a mídia, que sempre nos leva para baixo, com fofocas e invencionices, precisa que saibamos criticar sim, e vamos criticar, mas que saibamos também que o aplauso as vezes é maior que qualquer crítica.

Devemos sim exigir raça, garra em campo, afinal esses jogadores estão jogando pela nossa história. Amor à camisa. Se esses que jogam não sabem desse amor, como é esse amor, vamos ensiná-los!!! Mas também exigir de nós mesmos: que saibamos ter paciência, tentar ver o trabalho, conhecer as pessoas por trás das questões, e acompanhar as evoluções com imparcialidade. Sem ranços. Sem política. Sem envolvimento externo. Só nós, colorados, cuidando do que é nosso. Porque amar é cuidar. E agora, chegou a hora de cuidar de nosso Clube, de nossa história, de nossos ídolos. De defende-los à morte. De colocar brigas internas de lado. De unir todas as vertentes coloradas em uma só frase:

"...Porque é nas más que TE AMO igual!"

2 comentários:

  1. Sabias palavras ! Rosita Buffi, parabens ! Vamo vamo inter. ..

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  2. Se não quebrar a zica não vamos a lugar nenhum,desde 2015 as coisas só deram pra tras, temos que nos mobilizar como torcida e quebrar essa maldição,caso contrário vai ficar pior.
    https://magoisaias.blogspot.com.br/2017/04/a-zica-na-vida-das-pessoas-e-nos.html?m=1

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