sexta-feira, 15 de junho de 2018

Um Amor Chamado D'Alessandro.

 

Texto| Rosita Buffi
Foto| Arquivo Pessoal

Um amor!
 Amor que desde pequeno já gostava do vermelho, que já empunhava ao braço, com feroz devoção e seriedade, a braçadeira de Capitão.
Um amor.
Cresceu rodeado de afeto, de amigos e da bola. Se tornou uma pessoa do bem, que aos 17 anos conheceu seu outro amor, sua esposa até hj!
Íntegro, sempre.soube respeitar e honrar nossa cidade, nosso manto, nossas coisas aqui do RS.
Profissional dedicado, filho amado, amigo carinhoso, pai amoroso, marido exemplar!
D'Ale jamais nos deu motivos para não ama-lo, é ídolo, e aos que sabem o que significa essa palavra o tem guardado no coração, assim como eu.
Tomaremos conta de ti ídolo!
O INTER está no G4 sem D'Ale em campo. COM D'ALESSANDRO SEREMOS CAMPEÕES!
TUA TORCIDA TE ESPERA.
Porque TU também é nosso amor!

domingo, 27 de maio de 2018

Pelo Capitão.


Texto: Rosita Buffi
Foto: Ricardo Duarte

Em dia que mais de 30 mil Colorados foram a pé, de bicicleta, de carona, de Van compartilhada, de Busão alugado, de trem para o Beira Rio, o INTER venceu seu maior rival ( o segundo é o empate) nacional por 2x1 com direito a virada aos 47' do segundo tempo.

Time com poder de reação, jogando pelo gol, vibrando. Tudo que D'Ale faz em campo.
Se vamos acertar o time com ele, ou sem ele, é mérito do técnico. Que aliás acredita no seu Capitão e com certeza a volta dele só acrescenta qualidade ao time.
Grupo joga unido, coeso, e sabem q a responsabilidade sem D'Alessandro em campo é redobrada. Diria que jogam também por ele.
O time passou a jogar melhor ainda depois da entrada de Rossi, Nico e Juan Alano.
Não está jogando melhor pela falta do Capitão D'Alessando, com ele em campo seria até mais efetivo!

Já ouvimos alguns falando q acabou a era do D'Ale no Beira Rio.
Sim, ele um dia vai se aposentar, sair, mas esse dia não chegou ainda.
Não sejam ingratos.
Ele tem muito a dar para o Inter. Dentro ou fora de campo.
Respeita o ídolo!

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Palmeiras 1x0 Internacional : OPINIÃO


Amigos,

Ok, concordo, a gente não conseguiu vencer ontem, mas não jogamos de todo mal, aliás acho que jogamos bem diante de um dos "preferidos" ao título de 2018, e diante disso fica uma reflexão: se os erros da arbitragem não tivessem influenciado no resultado ( e influenciou) o que estariamos falando do jogo hoje??
Duvido de muitas críticas que li, duvido mesmo.
E outra, ou o Inter se posiciona escancaradamente contra a arbitragem, fazendo pressão, ou será assim o ano todo. 1, 2, 3 pontos nos fará falta no fim do campeonato, E saber que perdemos também esses pontos por que decidiram que vão nos atolar com erros em TODOS os jogos, fica difícil pra nós, imagina para o jogador que já entra sabendo que o juiz vai difilcutar.
Não é teoria da conspiração. Não é arrumar desculpa. É a verdade.

Rosita Buffi


domingo, 11 de março de 2018


 Texto: Lucas Collar | Arte: Thiago Schmitt

Do primeiro ao quadragésimo: a idolatria a um argentino escrita em vermelho e branco.

Eu sou um adepto da ideia  de que as coisas não acontecem por acaso. Tudo que acontece em nossas vidas tem um razão e a gente geralmente costuma entender o motivo das coisas tempo depois de que elas acontecem. Se passarmos essa minha ideia ao futebol, ela se adapta e é perceptível nos simples detalhes como a história de D’Alessandro com o Sport Club Internacional: quase dez anos de uma idolatria que começou a ser escrita lá em 2008 justamente contra o mesmo a adversário deste domingo contra quem nosso maestro completará 400 jogos vestindo nossa camiseta.

D’Alessandro chegou em 2008 ao Inter justamente após quase ter assinado pelo co-irmão, um duro golpe que doeria ainda mais nos azuis pela história que o gringo escreveu vestindo vermelho e branco. Mas a chegada de D’Ale ao clube foi difícil. Uma negociação complicada e um grande desafio, comandar a equipe após a saída de ídolos como Fernandão e Iarley. Mas como as coisas não acontecem por acaso, o primeiro ano de D’Ale em Porto Alegre já lhe rendeu uma taça importante, continental e inédita na história do Inter: a Copa Sul-Americana. 2008 ainda ficou marcado com sua estreia, justamente em um Gre-Nal da Sul-Americana, onde o Inter eliminaria o Grêmio e, posteriormente, com seu primeiro gol em clássico, no Beira-Rio, pelo Brasileirão em uma sonora goleada por 4 a 1.

E muita coisa aconteceu até chegarmos até este quadragésimo jogo de D’Alessandro vestindo vermelho. Já vimos ele nos comandar por inúmeras vezes na conquista do Rio Grande do Sul e, por mais que digam que isso não importante, vos digo que mandar na terra é sempre  bom. Vimos ser o melhor jogador da américa em 2010 sendo um maestro na conquista da segunda Libertadores. O vimos fazer um ano fantástico, sem estádio para jogar e livrar o Inter da queda em 2013. Também vi de perto ele, ao lado de Fernandão e Figueroa como um dos embaixadores da festa de reinauguração da nossa casa, onde nos dá o prazer de vê-lo desfilar bom futebol, identificação, garra e entrega quase sempre.

E o jogo 400 nos preserva mais fortes emoções. Um clássico. Um Gre-Nal. Um jogo onde estamos acostumados a ver D’Alessandro como principal figura. Afinal, são poucos jogadores, na história dos clássicos mundiais que tem 28 participações, apenas 5 derrotas e 8 gols marcados. E dessa vez um clássico diferente. Um clássico onde estamos com várias coisas engasgadas na garganta nos últimos dois anos. Talvez um jogo para lavar a alma e um começo da afirmação de um novo trabalho que vem dando esperança aos torcedores colorados. E isso tudo só é possível de deslumbrar porque temos um grupo forte comandado por um grande capitão: Andrés D’Alessandro, o predestinado. O cara que nasceu para jogar no Inter.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

O Privilegio de conviver com D'Alessandro!


Texto: Lucas Collar
Foto: Ricardo Duarte

O torcedor do Inter é privilegiado. Eu, por torcer para o Inter, sou privilegiado. Mas tem privilégio que poucos podem ter. Eu não tive a oportunidade de assistir o Inter da década de 70, que escuto somente por histórias contadas de forma emocionante pelo meu pai. Fui um privilegiado de ver Fernandão mudar a história do Inter e, ainda por cima, sou um cara que tem o prazer de ver a história de um dos maiores jogadores do clube sendo escrita, dentro de campo, com a perna esquerda e sob meu campo de visão.

D’Alessandro escreve uma história linda no Inter: desde a sua chegada, que já foi uma das maiores recepções a um jogador no Salgado Filho, passando pelos inúmeros títulos estaduais, clássicos, Sul-Americana, Recopa e a Libertadores da América. Mas nem só de títulos estou falando. Falo de idolatria, respeito ao clube, torcedor e vestir a camisa com poucos jogadores vestem no cenário atual do futebol com transações milionárias  e pouco vínculo.

O nosso capitão faz em campo tudo o que torcedor colorado gostaria de fazer se tivesse em campo. Briga por cada bola, luta por cada espaço de campo, discute pelo time contra adversários, arbitragens ruins e pelos nossos interesses. Além de ser mágico: são 100 assistências e 85 gols em praticamente 400 jogos. E detalhe: melhorando cada vez mais mesmo que alguns insistam em dizer que está velho, ultrapassado e que deveria falar que está cansado por conta dos 36 anos.

Eu, além de ter o privilégio de ter visto algum dos maiores nomes da história em campo, também tenho a oportunidade de acompanhar o dia-dia do time. E posso afirmar categoricamente: D’Alessandro trabalha e muito.  É um dos que puxa a fila dos trabalhos físicos, está sempre orientando o time nos treinos sendo praticamente um auxiliar do Odair dentro de campo e se esforça. Treina como se fosse  jogo e joga como se fosse decisão. Independente de contra quem seja e por qual competição valha.

D’Alessandro é um monstro. E não só pelas três assistências contra o Juventude. Não só por mais um brilhante começo de ano. Não só pela falta que fez em 2016 e pela alegria que deu aos torcedores do River Plate. Mas  por tudo que fez, faz e ainda fará pelo Inter. Somos privilegiados e devíamos agradecer por D’Alessandro ter escolhido defender o vermelho e o branco.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

A comparação inevitável que demoramos a fazer: 2013/2016




Texto: Rosita Buffi
Foto: Arquivo Blog


Hoje completa 5 anos do primeiro gol de D’Ale em 2013. Era jogo contra o Caxias, que fora adiado por conta da terrível tragédia da Boate Kiss. Estávamos naquele jogo, era um calor insuportável na Serra, seguido de temporal, com chuva até os joelhos em plena arquibancada. O campo encharcado, mas mesmo assim a vitória veio.


Era o primeiro de uma série inédita de 20 gols, que muito contribuíram para que não fossemos rebaixados naquele ano no Campeonato Brasileiro.
D'Ale teve um ano pessoal majestoso. Entrava e resolvia, acertava tudo, além de belas assistências. Foi um ano bem difícil para os colorados, sem casa, jogando com os mandos de campo em Caxias e com viagens intermináveis. O Blog acompanhou todos os jogos possíveis: Gauchão, Copa do Brasil, e Campeonato Brasileiro. Também foi o ano que nos aproximou do ídolo, estabelecemos ali nossa amizade e parceria, que dura até hoje.

2013 foi para D'Alessandro uma mistura de superação, liderança e cansaço. Seu desempenho e intensidade emocional em campo motivava os companheiros e a torcida. Mesmo com resultados negativos, ele não se deixava abater, e terminou aquele cansativo ano como o melhor jogador estrangeiro no país, recebendo o prêmio EFE, concedido pela Agencia Internacional de Noticias, já tendo sido entregue em outras ocasiões para nomes como Leonel Messi e Cristiano Ronaldo.


Foi uma coroação ao seu desempenho extraordinário em campo, imbatível até hoje:
•59 jogos
•5180 minutos
•20 gols
•14 assistências

D'Ale sempre soube que em campo o comprometimento deve ser 100% e que deve honrar o manto mesmo nas adversidades. A maior prova disso é que esse ano de 2013 ficamos abaixo do esperado, mas D'Ale chamou a responsabilidade e podemos afirmar que graças a suas atuações individuais, e a sua liderança com o grupo no vestiário e em campo, conseguimos nos livrar de um resultado pior.

Revendo 2013, pergunto:

Ainda tem alguém que acha que em 2016 cairiamos com ele em campo?

domingo, 11 de fevereiro de 2018

D'Alessandro 2018: evolução em campo e idolatrado na arquibancada!



Texto: Lucas Collar
Foto: Carlos Macedo ( Agencia ZH)


O ano de2018 no Inter, enfim, deve apresentar uma maior tranquilidade. Depois de um ano turbulento como 2016, refletindo algumas coisas, por óbvio, em 2017, o clube segue algumas ideias interessantes e que geralmente são pilares importantes em times que conseguem resultados positivos. É claro que o processo ainda será longo, visto o estrago que realizaram em um clube grande como o Inter, mas posso dizer que o pior já passou.

Se compararmos o começo de ano em 2018 com 2017, já é possível ver uma boa diferença. Diferente do ano passado, aonde o Inter vinha de um rebaixamento e se preparava para o ano mais difícil da sua história, com uma reformulação praticamente total do grupo, 2018 nos mostra uma manutenção de elenco, time e trabalho. E isso é um dos passos mais importantes para que as coisas comecem a dar certo com o entrosamento necessário, além da presença do Odair Hellmann, que conhece o grupo e não precisará de um tempo maior de adaptação.

A belíssima atuação diante do São José, na última quinta-feira, é uma prova de que as coisas estão no caminho certo e que precisam de paciência para dar certo. O Inter, enfim, tem uma filosofia de jogo e é possível ver um trabalho por trás das inúmeras jogadas combinadas, trabalhadas e chances criadas. D’Alessandro, por exemplo, tem maior liberdade no sistema ofensivo e está ajudando demais na saída de bola. Aliás, o “velhinho”, apareceu na área do Inter dando carrinho para desarmar o ataque adversário.


Por falar em D’Alessandro, ele se mostra cada vez mais fundamental ao time. Além da grande falta que fez em 2016 dentro e fora de campo, parece não ter mudado praticamente nada na virada do ano. Líder de assistências no ano passado, o capitão tem sido muito participativo em 2018 já tendo feito uma pintura contra o São  José e uma assistência em quatro jogos. Além disso, são quase 30% em participação nos gols do time neste ano.

Por vezes ainda não temos a percepção do tamanho do tempo que estamos vivendo. Nós, torcedor colorados, somos privilegiados de ver um atleta como D’Alessandro, o mais velho do elenco, puxando fila fisicamente, brilhando tecnicamente com dribles, assistências, gols e, além de tudo, fazendo o papel de um ídolo identificado com o clube sendo um anexo da arquibancada dentro de campo seja no Beira-Rio ou longe de Porto Alegre.
Por isso, é possível sim acreditar que as coisas podem ser  bastante promissoras em 2018. Até porque quando se tem um craque como D’Alessandro no time exercendo um papel de liderança que tanto nos faltou em 2016, as coisas ficam mais fáceis.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

As críticas sem fundamento já começaram! Sera um ano difícil...



Texto: Lucas Collar
Foto: Ricardo Duarte


O começo de ano do Inter é cercado por expectativa. Depois de um ano de altos e baixos, onde o principal objetivo do clube no ano foi alcançado, o 2018 começa com o Inter de volta ao lugar de onde nunca deveria ter saído. Porém, um fato me chamou atenção nos últimos dias. Estive presente no CT Parque Gigante acompanhando mais um trabalho da pré-temporada comandada por Odair Hellmann e, na atividade, o time considerado “titular” perdeu por 2 a 0. Um prato cheio para polêmicas, caça-cliques e para aqueles que estão fervorosos com os últimos anos turbulentos do clube.

Como posso ler que o Inter é vulnerável na defesa se mal estreou na temporada oficialmente? Será que o discurso já mudou após a vitória por 8 a 0 no jogo-treino contra o Lajeadense no CT Parque Gigante neste sábado? Será que a torcida colorada seguirá caindo nessa lorota logo no começo do ano? Odair está começando o ano, realizando testes e, na minha opinião, o treinamento serve justamente para que erros aconteçam, visando corrigi-los durante as competições que virão durante o ano.

Aliás, o Inter está começando um ano como a muito tempo não se via. É claro que é preciso ser cauteloso com expectativas, mas o grupo está unido e temos um técnico que é querido pelo grupo de jogadores, que tem boas ideias e que fala a linguagem do jogador e consegue ser didático a cada exercício realizado durante a pré-temporada. Temos boas credenciais para ter um ano muito bom, mas que a mídia não subestime a força do grupo, da torcida e do Sport Club Internacional.

domingo, 7 de janeiro de 2018

Enfim, a bola! Inter treina forte já no começo da pré temporada!


Texto: Lucas Collar
Foto: Ricardo Duarte

Depois de dias intensos de trabalhos físicos no CT Parque Gigante, ela finalmente apareceu: a bola. O técnico Odair Hellmann esboçou o primeiro time da temporada 2018, já visando o jogo da estreia contra o Veranópolis, no Beira-Rio, no próximo dia 18. Entre as principais novidades, a movimentação de D’Alessandro.

O time foi esboçado com: Danilo Fernandes; Dudu, Klaus, Victor Cuesta e Uendel; Rodrigo Dourado, Edenílson, D’Alessandro, Camilo e William Pottker; Leandro Damião. O capitão colorado foi presença constante na saída de bola ao lado de Edenílson e posteriormente, aparecia junto com Damião para finalizar as jogadas.

Outros pedidos de Odair Hellmann, além da movimentação de D’Ale, ficou por conta da saída de bola pelo chão, evitando chutão e também da marcação sob pressão na saída de bola do adversário, tentando roubar a bola mais próximo do gol inimigo.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Gracias D'Ale: 2016 Nunca mais!!!


Texto: Lucas Collar | Foto: Globo Esporte

Gracias, D’Ale.

Nos momentos mais importantes das nossas vidas, sejam eles positivos ou negativos, é fundamental ter as pessoas que são importantes e que amamos ao nosso lado para que as coisas tenham uma maior chance de dar certo. Se puxarmos essa máxima para o futebol, podemos ver o Inter em 2017. Era um ano novo, diferente e atípico. O Inter disputou a Série B pela primeira vez em mais de cem anos de história. O sentimento era de tristeza, desconfiança e dor. Mas posso afirmar que as coisas teriam sido muito piores sem ti, capitão.

Sofremos longe de ti, D’Ale. Foi difícil te ver no River Plate, erguendo taças e fazendo outra nação vermelha e branca feliz na tua terra. Enquanto nós sofríamos em 2016, órfãos de uma liderança e de um ídolo do teu quilate. Mas sabíamos que tu não nos abandonarias no momento mais difícil da nossa história. Tu poderias continuar sendo feliz na Argentina, longe das bobagens que ouvimos falar por aqui, mas tu voltou para nos ajudar e nos colocar no nosso devido lugar.

Eu estava lá no dia que tu voltou. A ficha do rebaixamento mal havia caído, mas o torcedor colorado se fez presente no Salgado Filho. Eram quase 2 mil colorados que te recepcionaram e junto contigo, a esperança de dia melhores. Seria injusto te dar o título de salvador de pátria, porque ninguém faz nada sozinho, mas tu és um ícone fundamental da nossa história. Nos momentos de glória, tu estava aqui. Quando precisamos de ti, tu também estavas. E sei que lá da Argentina, tu também estavas conosco.

E a tua volta foi fundamental para voltarmos ao nosso lugar. Tu jogou demais, D’Ale. Recordista de assistências, um dos mais regulares e um dos que mais correu mesmo com os 36 anos de idade. Por vezes, foi uma ilha no time do Inter, mas o martírio acabou. Estamos de volta para o lugar de onde nunca deveríamos ter saído e estamos de volta juntos. Como sempre foi. E como nunca vai deixar de ser. Inter é D’Alessandro e D’Alessandro é Inter. Um casamento e uma história de amor, fidelidade, respeito e entrega.

sábado, 21 de outubro de 2017

INTER: Time e torcida próximos de um final feliz!




Texto: Lucas Collar | Foto: Ricardo Duarte

O martírio colorado na Série B do Campeonato Brasileiro está próximo de acabar. Neste sábado, em Criciúma, o acesso para a elite do futebol nacional ficou um pouco mais próximo com a vitória por 3 a 2 em Santa Catarina. E esse passo fundamental na caminhada colorada contou novamente com a participação fundamental de D’Alessandro que foi efetivo, o que não chega a ser uma novidade em 2017.

O primeiro tempo teve a assinatura de D’Alessandro e foi avassalador para o Inter. Em menos de 15 minutos de jogo, o time já vencia por 2 a 0 jogando longe do Beira-Rio. O primeiro gol teve um lançamento primoroso do capitão para Leandro Damião, que cruzou para Eduardo Sasha dividir com o zagueiro do Criciúma, que acabou mandando contra a própria rede.

O segundo gol do Inter também teve participação direta de D’Alessandro. Em cobrança de falta na medida, o capitão encontrou Victor Cuesta, que precisou finalizar duas vezes para ampliar o marcador. O Colorado sofreria o empate, mas com gol de Carlos, na reta final do jogo, conseguiu uma vitória fundamental para as pretensões do Inter no seu objetivo de conquistar uma vaga na Série A do ano que vem.

A volta do Inter para o seu lugar é uma questão de tempo. E nós, torcedores, só podemos agradecer a quem não nos virou as costas, não nos abandonou e esteve junto conosco no pior momento da nossa história. O fim está próximo e próximo de ser feliz para o torcedor colorado.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Só queria que você soubesse D'Alessandro....



Texto: Isabel Charão | Foto: Arquivo Blog

D'ALE

Só queria que você soubesse que durante os seus mais de nove anos no Internacional, nenhum jogador foi melhor que tu;

Só queria que você soubesse que mesmo você negando, tu é o melhor estrangeiro e meio-campista da nossa história;

Só queria que você soubesse que quando entra em campo, sempre vamos sentir segurança;

Só queria que você soubesse que a tua personalidade dentro e fora dos gramados é um dos grandes motivos para a torcida te venerar de tal forma;

Só queria que você soubesse que toda a tua história escrita no clássico Gre-Nal é motivo de orgulho para nós;

Só queria que você soubesse que não te trocaria por nenhum jogador. Nem Messi, Cristiano Ronaldo e nem por vários deles;

Só queria que você soubesse que poucas vezes uma camisa 10 vestiu tão bem como em você;

Só queria que você soubesse que não gostamos nem de imaginar sua saída ou aposentadoria; quando esse momento chegar não esteremos perdendo somente o nosso capitão, como também a maior identidade colorada nos últimos anos;

Só queria que você soubesse que meus filhos e netos saberão quem foi D’Alessandro. E daqui cem anos, teu nome continuará sendo lembrado;

Só queria que você soubesse que tenho muitos motivos para continuar escrevendo, mas nunca será o bastante para dizer...

...o que eu só queria que você soubesse

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

D'Alessandro: A paixão que une colorados e gremistas


Texto: Davison Silveira | Foto: Ricardo Duarte

D'Alessandro me impressiona!
Fico realmente impressionado com o tamanho da presença deste homem!
Andrés marca.
Andrés cativa.
Andrés hipnotiza.
Desde 2008 acompanho atentamente os trejeitos deste gringo atrevido.
Desde Oberdan não tínhamos um cara com a pachorra dele.
Oberdan chegou e disse que Escurinho não cabeceava mais na área que agora era dele.
Cumpriu sua promessa.
Mas Andrés, não prometeu nada.
Ele simplesmente chegou e não precisou dizer nada.
Foram 13 vitórias em Grenal. Foram 8 gols marcados. Foram 12 títulos. Foram mais de 80 gols. Isso tudo até aqui.
Mas o que me impressiona é a imponência.
A torcida vaia. Pode ser o jogador mais odiado. Um Fabrício da vida. Ele se vira para torcida. Ele coloca o dedo indicador na boca. E todos se calam.
A torcida adversária entra em campo. A do Grêmio, por exemplo. A torcida colorada começa a rugir de raiva. Ele se posiciona perante ela. Coloca os braços para trás e fica em silêncio. Apenas a encarando. A torcida para e começa a cantar: "Vâmo, vâmo Inter!"
É isso...
Ele não precisa dizer nada. Ele sabe o que quer dela. E transmite isso com o corpo. Com o corpo!
E a torcida entende!
Quando, na história do futebol gaúcho, houve tanta cumplicidade, tanto entendimento, tanta telepatia entre um jogador e sua torcida?
Renato não conseguiu isso. Falcão não conseguiu isso. Danrlei não conseguiu isso. Fernandão não conseguiu isso.
Ele faz o que quer. E sua igreja diz amém.
Ele pastoreia suas ovelhas de tal forma, a fazê-las pensarem que ELAS é que são os lobos.
Ele toca bumbo.
Ele tira sarro do Grêmio e fala em DVD.
Ele peita jornalista.
Ele faz um simples gol de pênalti e vibra como gol de mão de Maradona.
D'Alessandro faz...simplesmente porque pode. E decretou que pode. E quem pode dizer que não?
Eu sou um gremista apaixonado por D'Alessandro. E não estou nem um pouco preocupado com o que minha torcida dirá desse caso proibido de amor. Nunca vi neles mesmos, este amor desenfreado e desmedido por um ídolo, como vejo com este gringo.
Amo Renato, Mauro Galvão, Geromel, Nildo, Goiano, Grohe e todos os que me deram tantas alegrias. Mas existe amor e existe paixão. O Grêmio é como se fosse a companheira de 50 anos de casamento. Andrés, é como se fosse aquela moça gostosa, que a gente olha disfarçadamente e pensa besteiras. Aquela travessura que, como homens velhos, nos permitimos.
Andrés me impressiona!
Estou traindo o Grêmio? Nada...estou apenas olhando aquela moça gostosa passando...e que pernas...

sábado, 30 de setembro de 2017

D'Alessandro e o verdadeiro significado de ser um Capitão.


Texto: Lucas Collar | Foto: Ricardo Duarte

Tu sabes qual é o significado da palavra capitão? Segundo o dicionário da língua portuguesa, capitão é um chefe de um grupo, mestre ou até mesmo um protetor. Se formos tentar trazer esse significado para o Inter de 2017, teremos a figura de D’Alessandro. O capitão que voltou da Argentina para ajudar o clube no momento mais difícil da sua história e, que mesmo quando esteve longe, não deixou de acompanhar seu povo (que sofria muito) e todos os problemas que aqui estavam acontecendo.

A vitória por 2 a 0 diante do Santa Cruz, que teve novamente a fundamental participação de D’Alessandro, foi mais um dia para lembrarmos a importância que o camisa dez tem para o grupo e também para a história do clube. O torcedor colorado precisa ter ciência da sorte que tem de ver um jogador, que além de toda qualidade técnica que tem, também é um exemplo de dedicação (citado pelo técnico Guto Ferreira após o jogo), mas especialmente pela identificação e preocupação com tudo que acontece no clube... até mesmo fora das quatro linhas.

Após a vitória deste sábado no Beira-Rio, D’Ale fez questão de exaltar o trabalho da direção, comissão técnica e dos jogadores do atual elenco que conseguiram reverter uma situação que era complicada pelo recente rebaixamento e pelo momento turbulento que o clube chegou a passar em algumas rodadas da Série B e, mesmo que ainda não tenha garantido o acesso para a Série A, o caminho está sendo traçado com sucesso para que o objetivo seja alcançado.

Além disso, destacou que quando chegou ao clube depois do empréstimo ao River Plate encontrou uma situação que “não era fácil” e com o clube “feio”. E, de todas as formas, por mais que os torcedores não tenham vivenciado os bastidores da derrocada colorada em 2016, é necessário concordar que é uma grande verdade. Felizmente, hoje é possível afirmar com todas as letras: comandados pelo capitão, o grupo de jogadores está resgatando o orgulho do torcedor em ser colorado.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

D'Alessandro: Calando os críticos em campo!


Texto: Lucas Collar | Foto: Cris Veiga

No confronto direto pela liderança da Série B do Campeonato Brasileiro, D’Alessandro foi mais uma vez o maestro do Inter na vitória por 2 a 1 diante do América/MG no Beira-Rio. De volta ao time após cumprir suspensão automática, o capitão participou das principais jogadas ofensivas do Inter e, mais uma vez, foi responsável pela assistência para o gol de Edenílson ainda no primeiro tempo: a décima quinta na temporada e a sexta nos últimos cinco jogos.

Aliás, os números de D’Alessandro pelo Inter em 2017 impressionam. Diferente do que se falava em boa parte da imprensa no começo da temporada, que a idade pesaria e que não faria tanto a diferença, D’Alessandro tem mostrado grande evolução nesta temporada sendo peça fundamental de Guto Ferreira na campanha que deve levar o Inter de volta para a Série A em 2018.

Em 2017, já atuou pelo Inter em 41 jogos. Número muito superior aos da temporada passada, onde atuou em 27 jogos pelo River Plate envolvendo Copa da Argentina, Recopa Sul-Americana, Copa Libertadores da América e o Campeonato Argentino e com um rendimento físico acima da média dos demais companheiros, o que também comprova a tese da sua evolução nesta temporada.

A importância de D’Alessandro ao Inter é uma obviedade incontestável. E isso só fica ainda mais provado a cada jogo que passa. A fase do capitão colorado é extraordinária com gols, assistências, raça e muita liderança no momento decisivo do fim do martírio colorado na Série B em 2017. Podemos dizer que mesmo com 36 anos, D’Alessandro vive uma das melhores fases da carreira no seu retorno a Porto Alegre. Felicidade do torcedor colorado em poder dizer que seu capitão voltou e, junto com ele, o Inter também está voltando ao lugar de onde nunca deveria ter saído.