quarta-feira, 9 de março de 2016

D'Alessandro: Foi difícil a parte emocional. Foi o preço que paguei por voltar ao Monumental!


D'Ale concedeu entrevista hoje para TycSports



Luego del problema físico sufrido ante Godoy Cruz que lo hizo ausentarse por algunos días, Andrés D'Alessandro quiere sumar minutos frente a San Pablo. Ya recuperado, el Cabezón está dispuesto a darle una mano al equipo de Marcelo Gallardo. Y en la previa al choque de este jueves contra San Pablo por Copa, contó que la ansiedad que vivió al calzarse la camiseta de River en el Monumental -después de 13 años- en el partido ante el Tomba le pasó factura. “Fue difícil en lo emocional. La pagué por eso de entrar al Monumental y ponerme la camiseta de River otra vez”, expresó.
Más allá de haberse quedado con las ganas de jugar el Súper, D'Alessandro entendió junto a los médicos y el cuerpo técnico que lo más lógico no era apresurarse. “No valía la pena adelantarme a los hechos. Uno es parte del equipo. Y más allá de las ganas, nosotros hablamos con Marcelo y los doctores. No es lo mismo a los 34 que a los 30. Había que estar tranquilos y fortalecer para estar a disposición el jueves”, comentó en declaraciones realizadas a Estudio Fútbol.
Por otro lado, el 22 de River señaló la diferencia de velocidad que hay entre nuestro fútbol y el brasileño: “Se corre mucho más. Yo lo veía desde Brasil. El fútbol sufrió una evolución y no te podés quedar. Ahora no hay tiempo para elegir la mejor jugada. Se perdió. Lo mismo en Europa. Lo han tirado al costado al enganche”.
ADEMAS DIJO
"Si tengo que hacer mi currículum ahora, pongo enganche. Nací enganche. Jugandode doble cinco, el arco me queda muy lejos”.
"La idea es recuperar de a poco esa función de enganche. Que no la perdamos. En el fútbol argentino, que se caracterizó siempre por eso y no por correr. Quedan pocos enganches. El Pipi (Romagnoli) en San Lorenzo, Lo Celso en Central que está apareciendo".

“Volví con la cabeza diferente, para sumar. Lo poco que conseguí hasta 2003 es pasado. Hoy estoy en River y estoy contento. Me fueron a buscar. Nunca había pasado".
“Estamos en presencia de uno de los mas arqueros más importantes en la historia del club por lo que ha demostrado y ganado. Te marca mucho más. (Barovero) Está entre los más importantes. No soy quién para decir quién es el más. Ha habido muchos, campeones mundiales. Está entre uno de los mejores y obvio el reconocimiento y todo lo que haga la gente haga, vale"


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Pouco depois do problema físico sofrido contra o Godoy Cruz que o fez ficar fora por alguns dias, Andrés D'Alessandro quer jogar alguns minutos contra o São Paulo. Já recuperado, O Cabezón está disposto a dar uma força a equipe de Marcelo Gallardo. E antes deste duelo de quinta- feira contra o São Paulo pela Copa Libertadores, contou a ansiedade que viveu ao vestir a camisa do River no Monumental - Depois de 13 anos - na partida contra o Tomba (apelido do Godoy Cruz) e os efeitos da partida. "Foi difícil na parte emocional. Foi um preço que paguei por entrar no Monumental e colocar a camiseta do River outra vez" expressou. Mesmo tendo ficado com vontade de jogar o Super Clássico, D'Alessandro entendeu junto com os médicos e com a comissão técnica que o mais lógico não era apressar a sua volta. "Não valia a pena apressar os fatos. Sou parte da equipe. E mesmo com a vontade, nós falamos como Marcelo e com os doutores. Não é a mesma coisa aos 34 anos que aos 30. Eu tinha que estar tranquilo e me fortalecer para estar a disposição na quinta-feira." 
Comento em declarações realizadas para o Estudio Fútbol (programa argentino de TV). 
Por outro lado, o 22 do River sinalizou a diferença de velocidade que há entre o nosso futebol e o brasileiro: "Se corre muito mais. Eu vi isso lá do Brasil. O futebol sofreu uma evolução e tu não pode ficar pra trás. Agora não há tempo para decidir a melhor jogada. É desarmado. O mesmo acontece na Europa. Tiraram do lado do campo o meia". 
Ainda ele disse. "Se tenho que fazer meu curriculo agora, ponho meia. Nasci meia. Jogando de camisa 5 (volante), a goleira fica muito longe de mim". "A ideia é se recuperar de pouco em pouco essa função. Não que tenhamos perdido. No futebol argentino, que se caracterizou sempre por isso e não por correr. Restam poucos meias. O Pipi Romagnoli no San Lorenzo, o Celso no Rosário Central que está surgindo". "Voltei com a cabeça diferente, para somar. O pouco que consegui até 2003 é passado. Hoje estou no River e estou feliz. Foram me buscar. Nunca tinha acontecido isso". "Estamos na presença de um dos goleiros mais importantes da história do clube pelo o que já demonstrou e ganhou. Isso te marca muito mais. Barovero está entre os mais importantes. Não sou quem vai decidir quem é mais. Houve muitos, campeões mundiais. Ele está entre os melhores e é óbvio o reconhecimento e tudo que a torcida faz por ele é válido."





Fonte: Diário Olé
Fotos: River Plate
Tradução Max Peixoto

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