sábado, 4 de fevereiro de 2017

Um reencontro que mostrou problemas a resolver!


Texto: Lucas Collar Foto: Ricardo Duarte

O esperado reencontro entre Inter, D’Alessandro e o Beira-Rio, depois de um ano de espera, enfim aconteceu. Porém, diferente do que o torcedor colorado se acostumou a ver, a partida de hoje ainda deixa resquícios de 2016 e dá um recado claro para que as coisas mudem enquanto ainda há tempo para que dificuldades maiores não apareçam no caminho vermelho no principal objetivo do ano: o acesso para a Série A em 2018.

No primeiro tempo, onde o Inter foi completamente dominado pelo Novo Hamburgo e perdeu por 2 a 0, vimos a utilização de D’Alessandro por um setor onde não rende tudo que pode acresecentar ao time e que foi visto na pré-temporada e até mesmo no empate contra o Veranópolis, onde teve uma boa atuação. Na partida deste sábado, atuou pelo lado direito, ajudando a recompor a segunda linha a todo instante e, por muitas vezes, foi visto ajudando o sistema defensivo e recebendo poucas bolas para armar.

Mesmo assim, ainda foi responsável pelo único chute do Inter na etapa inicial, obrigando o goleiro Matheus a fazer uma boa defesa após passe de Nico López. Aliás, a parceria com o atacante uruguaio começou a funcionar melhor no segundo tempo, quando Zago tirou o D’Alessandro do lugar onde estava sendo engolido pela defesa adversária. Flutuando no ataque, deu bons passes para Nico e Andrigo, além de boas combinações com Uendel, que também foi um dos destaques do jogo.

Porém, se podemos tirar algo de positivo da derrota deste sábado, é o momento em que ela ocorre. Ainda há tempo para reconhecer equívocos e mudar. Escalando jogadores certos e nas funções corretas, é meio caminho andado para que as coisas voltem a funcionar no Beira-Rio. Isso inclui, inclusive, o melhor jogador do time que voltou a ostentar a camisa dez que estava abandonada no Inter no ano sómbrio de 2016. Além disso, outra coisa que não pode deixar passar batido. Diferente do ano passado, o Inter tem alguém representado dentro de campo. Alguém que mostra indignação, peita a arbitragem e adversários, mesmo que tenha lhe rendido um amarelo, e que não deixará o time aceitar a derrota tão facilmente.



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